Loira do bem ∞ : Folk
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segunda-feira, 22 de maio de 2017

Zé Ramalho celebra 40 Anos de Música no Terrazzo em Juiz de Fora

Juiz de Fora recebe Zé Ramalho “40 Anos de Música”  um dos mais respeitados artistas brasileiros, no próximo dia 26 de maio, no elegante Terrazzo Centro de Eventos. O Show  será realizado por Jackson Martins Produções & Eventos e a venda dos ingressos online disponíveis pelo site  https://ticketmais.com.br 

 

No palco, acompanhado da banda Z, o artista revive sua trajetória de 40 anos ao relembrar suas canções marcantes  como “Avôhai”, “Frevo Mulher”, “Admirável Gado Novo”, “Chão de Giz”, “Beira-Mar”, “Eternas Ondas”, “Garoto de Aluguel”, “Vila do Sossego”, “Banquete de Signos”, “Sinônimos”, “Mistérios da Meia-Noite”,  além de releituras de Raul Seixas bem como os seus álbuns mais atuais ( “Sinais do Tempo”).

O compositor, cantor e poeta nordestino, considerado entre as 100 maiores vozes da música brasileira pela revista Rolling Stone Brasil – na edição 2012, sempre atrai multidões em seus shows. Com sua poesia e música apocalíptica,  nos leva a uma viagem interior, sobre diferentes níveis de percepção e dimensões, e agrega uma verdadeira miscigenação de ritmos e brasilidade, influências de Bob Dylan, Jackson do Pandeiro, Luiz Gonzaga, Raul Seixas, além de uma forte mistura da Literatura de Cordel, dos violeiros nordestinos, blues, folk e do rock.

O Músico também coleciona parcerias inesquecíveis - o encontro com Alceu Valença, Elba Ramalho e Geraldo Azevedo um dos mais bem-sucedidos da história da MPB. Os seus discos foram indicados ao Grammy Latino, entre eles - CD/DVD "Zé Ramalho canta Bob Dylan" (Prêmio Nobel de Literatura 2016) - na categoria melhor disco de rock. Dono de uma admirável trajetória artística, Zé Ramalho dispensa maiores apresentações, ao público presente, um espetáculo memorável em todos os sentidos. 


SERVIÇO:
Show Zé Ramalho e Banda Z - 40 Anos de Música”
Quando: 26 de Maio 2017 – sexta-feira.
Horas: 22h00
Local: Terrazo Centro de Eventos, Juiz de Fora/MG - Avenida Deusdedith Salgado, 5050.
Valores dos Ingressos:
Mesas com 04 Cadeiras:
Setor 1:  R$ 500,00 / Setor 2: R$ 450,00
Pista: R$ 90,00 –  meia-entrada R$ 45,00 - primeiro lote
Camarote individual: R$ 100,00 – Primeiro lote

Segundo Lote - valores a partir de sexta- feira (19)
Mesa Setor 1 R$ 550,00 / Setor 2 R$ 500,00
Camarote  Individual - em pé R$ 120,00 e Pista R$ 100,00 - meia-entrada R$ 50,00.
Forma de Pagamento:  cartão de crédito parcelado ou boleto ( única parcela).
Vendas Online: https://ticketmais.com.br
Físico:
Hotel Green Hill: Av. Deusdedith Salgado, 4.351
👉Shape Suplementos: Independência Shopping 2º Piso
👉
👉Zé Kodak -Santa Cruz Shopping: 1º piso, loja 46
👉
👉👉Zine Cultural: Rua Marechal Floriano Peixoto, 723 – Centro
👉
👉👉👉Soul Planet Music - R. Morais e Castro, 218 - Passos
(Somente Ingresso de Pista e Camarote, pagamento em dinheiro)
Informações (32) 9.9942-1062
Realização: Jackson Martins Produções & Eventos.
Assessoria de Imprensa: Paula Granja (31) 99649.2968
Fotos: divulgação.

segunda-feira, 3 de outubro de 2016

JURO (Almir Sater / Renato Teixeira) | CD "AR" Lançamento inédito.

JURO
Almir Sater/Renato Teixeira. CD "AR" Lançamento inédito.
Adquire logo o seu nas Melhores Lojas e Sites virtuais  e plataformas digitais.

Serei Sincero e calmo
Puro e sereno, eu juro
Serei leal e companheiro
Construiremos juntos,
Viajaremos sempre.

Eu lhe darei muitos presentes
O meu amor,
Meu bem querer



Quero estar com você
Na alegria e no prazer

Se vier à escuridão
Nós então nos daremos às mãos
E parceiros na estrada da vida
Seremos a luz

Por um caminho justo,
Pelas veredas claras
Fiel, amigo, verdadeiro

No meu pensar caboclo
No meu cantar que é pouco
Mas vem de um peito violeiro.

Eu te prometo por inteiro
Sol e luar
Fogo e Paixão

Tudo então pode ser
No sentir e no saber

Nós iremos trilhar esse chão
Como quem sabe que a direção
Se decide no fundo do peito
Onde mora a razão

Quando o silêncio afaga
Você me abraça mansa
O que é bonito, acalma
E faz tão bem pra alma.

sábado, 4 de junho de 2016

ENTREVISTA ERIC SILVER – MÚSICA, SONS, AMIGOS E IRMÃOS.


                                                 
Em Entrevista ao Blog - Eric Silver fala de sua carreira, dos parceiros musicais, a paixão pelo nosso país e pela música, dos seus amigos e influências, do seu recente Álbum, “Bridges, Friends and Brothers”  e como simples palavras, mas significativas de Sérgio Reis influenciou  o projeto, e claro sobre o “AR” gravado por Almir Sater e Renato Teixeira que leva sua assinatura. 

Isso tudo aconteceu e os fatos que se deu faz parte da História.. e ao som da viola.
O produtor norte-americano e Multi-instrumentista é apaixonado por Música desde criança e pelo Brasil também. O responsável por essa segunda paixão é o Compositor, cantor e instrumentista, o violeiro Almir Sater. Amizade entre os dois vêm de longa data. Em 1989, Sater foi aos Estados Unidos participar do International Fair Festival e aproveitou para gravar o disco Rasta Bonito, em Nashville, considerada o berço do country americano, onde contou com a participação de Eric. Além do encontro da viola de 10 cordas, popularmente conhecida como caipira, com o banjo americano, nascia uma amizade e parceria, que perdura até os dias atuais.



Convidado pelo amigo brasileiro, para tocar em festivais de Música, Eric Silver passou a viver na ponte aérea e desde então se divide entre os dois países, seja para cantar, produzir ou tocar com grandes artistas renomados internacionais (já havia trabalhado como compositor, músico e produtor de artistas como Dixie Chicks, Shania Twain, Cindy Lauper, Donna Summer, Keith Urban) assim como brasileiros, entre eles o CD “AR” de Almir Sater e Renato Teixeira, lançado em Dezembro passado, pela Universal Music. Na lista como compositor, estão sucessos com NX Zero, Titãs, CPM 22, Manu Gavassi e desde 2007 é o compositor americano mais gravado por aqui, mais de 100 músicas.
                  
 

Ano passado, envolvido pela magia da música brasileira e seus amigos e parceiros, gravou pela Universal Music, o álbum "Bridges, Friends and Brothers" que traz canções inéditas e versões em inglês de grandes clássicos brasileiros como Vida Boa, Pássaro de Fogo, Romaria, Tocando em Frente, Um violeiro Toca, Epitáfio, Evidências e participações especiais de Almir Sater, Renato Teixeira, Sérgio Reis, etc, Além de artistas internacionais como Vince Gil (ganhador de 20 Grammys) e Victor Wooten (5 grammys, considerando um dos melhores baixistas do mundo), Kix Brooks, Dann Huff (Taylor Swift, Bon Jovi, Keith Urban e outros), Jay Demarcus (Rascal Flatts) e Andrea Zonn.

                     

 Além de ser um artista multifuncional, Eric Silver deu um toque especial ao Show de Almir Sater, realizado domingo passado (29) no encerramento da Virada Cultural Mogi, em SP. O Músico com seu bandolim e violão folk se uniu a magistral banda de Almir e juntos abrilhantaram um espetáculo exuberante. O violeiro que desde Março passado, acrescentou em seus shows, as canções do novo CD, como Bicho Feio, D DE Destino, Peixe Frito levou o público ao êxtase durante a apresentação. Em Maio passado, também participou da turnê "Tocando em Frente" no Espaço das Américas, SP em dois espetáculos com Almir Sater, Renato Teixeira e Sérgio Reis.                
                                




Conheça mais sobre esse artista multifacetado que agrada em cheios gringos e brasileiros, a seguir:

                                                                                                                                                                                       
LDBSabemos que o encontro entre você e o Almir Sater aconteceu em 1989, quando o músico brasileiro convidado para participar do International Fair Festival em Nashville, e gravou o CD “Rasta Bonito”, da qual dizemos que houve a fusão da viola de 10 cordas ou caipira com o banjo americano. — Qual foi sua sensação ao ver, pela primeira talvez, esse instrumento tão peculiar e ao mesmo tempo com ressonância incrível ¿.

Eric Silver — Na verdade, toquei muitos instrumentos durante minha vida. Comecei com piano e violão. Depois aprendi tocar baixo, bandolim, banjo e violino. Para mim não achei nada estranho o som da viola caipira. Ela parece um violão com outra afinação. Almir arrumou uma viola caipira que eu toco menos a técnica que ele usa na mão direita. Quando trabalhamos para gravar, trocamos muito nossos violões e violas.

LDB — Essa experiência entre músicos brasileiros e estrangeiros foi o que despertou o interesse em conhecer o País, em aprofundar parcerias. Conta como foi isso.

Eric Silver — Eu sempre gostei de viajar, gosto de conhecer pessoas. Antes do Brasil, viajei para trabalhar na Europa, Canadá, Japão, até Arábia Saudita. Almir me convidou a vir pro Brasil porque o empresário dele na época agendou alguns shows em uns festivais de música e eles me convidaram para tocar com minha banda dos EUA. Não sei por que, mas me apaixonei pelo país e comecei a viajar muito pelo Brasil. Almir, como eu, gosta de conhecer pessoas e lugares de um jeito mais pessoal e com calma. Então, neste sentido, combinamos bem e ele me mostrou muitos lugares e me apresentou muitas pessoas. Entre eles fiz amizade com Renato Teixeira e Sergio Reis. Todos eles se tornaram minha família Brasileira.

LDB — De 2007 pra cá, li que você é o compositor mais gravado entre os artistas brasileiros, e nota-se que entre eles, há artistas sertanejos como Paula Fernandes, Roqueiros como NX Zero, Titãs, ou pop como Manu Gavassi, suas composições conseguem englobar diversos gêneros musicais, e emplacam da mesma forma, qual é a fórmula ¿

Eric Silver — Se eu soubesse a fórmula, poderia ficar rico, hehehe. Tudo começa com uma boa canção. Aprendi isso em Nashville, um lugar com muitos compositores incríveis. Bom, a base da musica country sempre é a letra, mas se uma pessoa não entende as letras, pelo menos a melodia e energia da música podem tocar a coração. Aqui, foi o Rick Bonadio (produtor) que inicialmente ouviu minhas músicas e adorou meu estilo e começou gravá-las nos projetos dele, mais de 100 canções. Ele abriu muitas portas para mim no mundo musical do Brasil e tive sorte porque ele gostou do meu “estilo”.
Não me acho tão perspicaz em tantos gêneros. Existem alguns que são obviamente diferentes, como o metal e folk. Temos outros mais sutis, como folk e bluegrass. Quanto mais você escuta e absorve alguma coisa, mais você vai se familiarizar com as sutilezas. Quando tinha 21 anos toquei com David Grisman, um artista de jazz, acústico e algumas músicas dele não eram tão diferentes dos instrumentais que Almir toca. Então não precisei me adaptar muito para trabalhar com Almir. Rick sempre gostou muito da música dos EUA então meu estilo de compor e tocar combinou bem com ele. Acho que tive sorte em criar parcerias certas. Independente de qual estilo eu vá compor, a emoção é a coisa que sempre tem que estar presente para uma música funcionar. Isso é uma coisa difícil de fingir.

LDB — Foi essa paixão e essa gama de gêneros musicais, das quais navega naturalmente que o levou a gravar o seu Álbum “Bridges, Friends and Brothers”, uma bela homenagem, sem dúvida aos clássicos brasileiros. Fale um pouco mais deste CD que tem agradado em cheio os fãs brasileiros. Sua voz me lembra de James Taylor e achei muito interessante ouvir as letras dos clássicos brasileiros, versadas para o inglês, ficou instigante

Eric Silver — James Taylor é meu herói numero um. Não sei como tirar o som dele de mim. Sobre o álbum, estava falando um dia com Daniel Silveira que trabalhou na minha gravadora na época (Universal), e discutimos essa ideia, de gravar músicas daqui no estilo e som de Nashville. Comecei a experimentar com algumas músicas. Um dia fui para Serra Da Cantareira falar sobre o projeto com Sérgio Reis, que não via há muitos anos. Quando ele me encontrou, ele pegou na minha mão, deu um beijo nela e disse, “Que saudades de você!” . Peguei meu carro e comecei a seguir ele para a casa e comecei chorar no carro, pensando em todos os anos da vida que já passaram, e mesmo com todos os anos que passaram sem nos encontrarmos, com as mudanças na vida, nossa amizade ficou ainda mais forte. Aí surgiu a ideia de “Bridges, Friends and Brothers”. Comecei pesquisando músicas do Almir, Renato, Sergio e outros que fizeram sucesso e comecei a tentar traduzir e fazer versões em inglês que ficaram fiéis com as letras originais. Foi um trabalho que eu gostei por causa de desafio. Meu empresário na época, Beni Borja, que é um produtor e compositor (Biquini Cavadão, Kid Abelha) me ajudou bastante com repertório e me deu ajuda com as traduções. Outro grande produtor e muito meu amigo, Reinaldo Barriga, entrou, me deu muito apoio e me apresentou Chitãozinho e Xororó que sugeriram que eu gravar Evidências. Também durante o processo encontrei Paula Fernandes que curtiu o projeto e gravou Pássaro de Fogo (Firebird) comigo. No final das contas, me vi envolvido em grandes amizades com todo mundo, então a energia dos “friends and brothers” cresceu ainda mais.

LDB — Em Dezembro passado, Almir Sater e Renato Teixeira despontaram com a grande novidade, um CD “irreverente”, o 'AR' também gravado pela Universal Music, e lançado no mesmo dia que o seu (11), nas plataformas digitais. Para nós, uma dupla felicidade. Como foi produzir esse disco, essa junção espetacular entre o country e a música caipira, o rock dos anos 70 e o bluegrass, fontes estas que bebem o Almir Sater, e com toque de “gringo”. Explique, por favor, essa conexão, da qual sou suspeita, de tanto que me alegrei ao escutar pela primeira vez.

Eric Silver — Existe uma expressão que você tem que aprender todas as regras para depois poder quebrar todas. Com respeito à música, ajuda muito se você sabe como tocar, cantar e compor bem. Quero dizer, nunca pensei muito em regras dentro da música. Tenho um surdo “virado” de Carlinhos Brown, e acabei tocando ele numa produção country que fiz. Na verdade comecei usar “loops” eletrônicos em minhas produções, anos atrás que algumas pessoas acharam radical. Hoje em dia, quase não existem gravações country music de Nashville sem esse tipo de programação. Igualmente, gosto de cozinhar, mas nunca usei um livro para saber como fazer alguma coisa. (Coloco manteiga de amendoim em quase tudo, kkkk). Produção além de ser  um trabalho de organização, saber como capturar sons de qualidade, você tem que fazer uma pintura áudio. Você coloca imagens de sons, mexe com elas, se distancia um pouco, volta, adiciona e tira coisas que você gosta ou não. Eu trabalho muito tempo em minhas gravações, mas, quando está na hora de parar eu sei, paro, e durmo melhor. O que você chamou de “irreverente” acho que é normal hoje em dia. A Música no geral está passando por uma fase com muitas coisas misturadas, particularmente nos EUA com pop, country e rap. Acho que neste caso, fora de nossas amizades, Almir e Renato gostaram muito do som que eu consegui com as músicas deles, o que ajudou na decisão para eu produzir. Também ajuda que somos amigos há muitos anos e conhecemos bem a personalidade do outro, nossos pontos fortes e fracos, então fica confortável.

LDB — Como produtor o que você acha do crescente universo da Música folk tanto no Brasil quanto nos EUA, e como é a reação dos seus amigos americanos quando você mostra o som do violeiro Almir Sater. (Pergunta feita por um amigo e grande fã de Almir Sater e seu naturalmente, o sul-mato-grossense Paulo Roberto Licht Kemper, professor de Biologia e apaixonado por boa música, pelo som de viola e bandolim, toca ambos).

Eric Silver —Eu não sei se está acontecendo esse crescimento da música folk no geral. Esse mundo sempre existiu, não é “mainstream”, mas tem festivais e clubes e as rádios independentes que apoiam esses circuitos musicais e promovem novos artistas. Como eu mencionei antes Nashville é cheio com “violeiros” com muitos tipos dos instrumentos então, o som da viola caipira não fica tão diferente, um pouco parecido do bouzouki (instrumento muito popular na música tradicional da Grécia). Os músicos que tocam no álbum gostaram bastante das composições do Almir e Renato.

LDB — No CD “AR” de Almir Sater e Renato Teixeira, além de produzir, você também assina uma das mais belas canções, “Amor Leva Eu”, com os dois artistas. O que te atrai mais, compor, cantar, tocar, produzir, ou tudo junto e de preferência sempre cercado de “Pontes, amigos e irmãos”.

Eric Silver — Amo compor. É uma forma de expressão pessoal, meio terapêutica. Para mim, essas coisas de tocar, cantar, compor e produzir nunca estão separadas, uma complementa a outra. Por exemplo, ao compor e gravar uma música, eu quero o som de vocal e violão o melhor possível. Isso faz parte de produção. Cada elemento, a melodia, ritmos, o jeito em que os músicos tocam e o som dos vocais até a mixagem tem efeito na emoção que o ouvinte vai sentir e gosto de mexer com tudo isso. Mas, voltando ao início de novo, tudo tem que começar com uma bela canção.

LDB — Talvez seja esse o caminho então, porque a parceria com o “AR” já começa a render frutos, entre os finalistas para o 27º Prêmio de Música Brasileira de 2016, em duas categorias: “Melhor Álbum Regional e melhor dupla”. Em sua página, li e vi que recebestes a notícia com grande contentamento, afinal é uma conquista e tanto em pouco tempo de lançamento. Isso sem dúvida foi muito “cool”. Conte a respeito.

Eric Silver — Acho que todos nós e no geral, que pretendem criar e produzir músicas ou artes em formas diversas deseja que as outras pessoas gostem e respeitem os nossos trabalhos. Eu não gosto muito da ideia de pensar em artes como competição, mas se ganharmos um prêmio, seria legal porque é uma maneira de saber que mais alguém gostou de nossos trabalhos. Isso nos deixará felizes.

Para ouvir e comprar o CD "Bridges,Friends and Brothers" : iTunes
               

E R I C S I L V E R
www.ericsilvermusic.com
www.twitter.com/ericsilvermusic
Eric Silver Music - Facebook

* Fotos Reproduzidas da Fan Page Facebook do Artista e Internet/divulgação.

quinta-feira, 5 de maio de 2016

ALMIR SATER EM SHOW ÚNICO NO CENTER CONVENTION UBERLÂNDIA

Almir Sater desembarca em Minas Gerais no próximo dia 09 de Junho para mais um show impecável. Com produção a cargo de Jackson Martins, o violeiro subirá ao palco do Center Convention Uberlândia, acompanhado de sua banda.

         Foto: Marcus Quint

Com mais de 30 anos de carreira e 10 discos solos gravados, é considerado um dos artistas mais completos, graças ao seu virtuosismo na viola. Almir tornou-se um dos responsáveis pela valorização da viola de 10 cordas, agregando, um toque mais sofisticado ao instrumento, estilos como blues e rock, embalados pela pegada do folk, uma mistura de música folclórica, erudita e popular, considerada atemporal.

Em Dezembro passado, Almir Sater lançou pela primeira vez, em parceria com Renato Teixeira, o CD AR, iniciais dos artistas com 10 canções inéditas. Gravado entre o Brasil e Nashville (EUA), com produção do norte-americano Eric Silver, o disco navega por diversas vertentes, como a junção da música rural com o country norte americano, o bluegrass e o rock dos anos 70.

No palco, o músico revisita sua trajetória, canções marcantes como "Trem do Pantanal" e as clássicas: "Um Violeiro Toca", "Tocando em Frente" e "Chalana", sempre solicitadas pelo público bem como seus discos mais recentes, o AR e sem deixar de lado a técnica ímpar em suas músicas instrumentais, que o tornou consagrado.


Serviço:
Almir Sater & Banda
Quando: 09/06/16 – quinta-feira.
Horas: 21h00
Onde: Uberlândia/ MG
Local: Center Convention Uberlândia
Av. João Naves de Ávila, 1.331, Piso C – Tibery – Tel (34)3239-8400.
Ingressos Valores R$:
 
Setor Premium:Inteira: R$140,00 | meia-entrada: R$ 70,00.
Setor Gold: Inteira: R$ 120,00 | meia-entrada: R$ 60,00.
( Os setores de acordo com a posição do palco e os assentos por ordem de chegada).
Nota: Meia-entrada de acordo com a Lei em vigor.

Ponto de Vendas:
Online: www.megaueingressos.com.br
Físicos:Pão de Batata do Center Shopping Uberlândia.
Av. João Naves de Ávila, 1331 Loja 2019 – Fone: (34) 3210-1138.

Aberto 10h00 às 00h00.
BR Mania do Posto Altamira
Av Nicomedes Alves dos Santos, 1975 
Mais Informações: (34) 3210-1196 

Realização: Jackson Martins Produções & Eventos

sexta-feira, 29 de abril de 2016

Almir Sater se apresenta na Festa de Maracaju

 Almir Sater em mais um Show imperdível: Belo, recatado e para todos os Lares.
Compositor e violeiro Almir Sater se apresenta na 22ª Festa da Linguiça de Maracaju hoje, em MS, logo mais à noite. A Abertura está marcada para as 19h00 no Parque de Exposições Libório Ferreira de Souza e o show previsto para as 23h00. 
Com entrada franca, o instrumentista é a principal atração e a festa uma das mais tradicionais do Estado, famosa pelas iguarias, receptividade e o tempero da linguiça.

  
Imagem: Noemi Melo Fotografia
No palco o artista deverá cantar seus maiores sucessos como Trem do Pantanal, Tocando em Frente, Chalana, Terra dos Sonhos, No Rastro da Lua Cheia e as canções do seu mais novo projeto "AR" gravado em parceria com Renato Teixeira, em dezembro passado, além de suas belas instrumentais.
                                 Imagem: Eduardo Galeno.

Desde Março, Almir incluiu em seu repertório D De Destino, Bicho Feio, e surpreendeu os fãs ao cantar uma nova composição em homenagem ao saudoso Geraldo Roca, no Theatro Pedro II em Ribeirão Preto, coautor do "Trem do Pantanal" falecido  ano passado. Será uma grande noite, ao som de Almir Sater e Banda.

Ouça pelo Spotify -  o novo CD "AR" de Almir Sater e Renato Teixeira  nas plataformas digitais e à venda nas melhores Lojas.

quinta-feira, 7 de abril de 2016

Almir Sater se apresenta no Coliseu com ingressos esgotados.

Com ingressos esgotados há dias, o Compositor e violeiro Almir Sater sobe ao palco nesta quinta-feira (07) às 21h00 no Teatro Coliseu, em Santos/SP.


























No show, Almir e Banda revisitarão os seus sucessos mais populares como Chalana, Trem do Pantanal e Tocando em Frente (esta um hino Motivacional), assim como do CD 7 Sinais. O repertório mescla com as do novo Álbum “AR” - Bicho Feio, D De Destino, Noite dos Sinos têm sido agregadas aos shows, e claro suas instrumentais que não podem faltar jamais regadas ao toque ímpar de sua viola de 10 cordas.

Com mais de trinta anos de carreira solo e respeitado como um dos mais completos da Música brasileira, Almir lançou recentemente o CD “AR” com Renato Teixeira, parceiro e amigo de longa data. E tem surpreendido o público ao incluir em seus shows, as canções do seu mais recente trabalho. Gravado entre o Brasil e Nashville (EUA) e produção do norte-americano Eric Silver, o Álbum conta com 10 faixas inéditas e navega por diversas vertentes, como a junção da música rural com o country americano.

Enquanto Renato Teixeira passeia pela cultura mais interiorana ligada à sua terra e seus escritores, Almir “puxa” mais para o seu lado roqueiro e influências dos anos 70. O resultado é um disco ímpar, eletrizante que agrada em cheio todas as gerações, sem deixar de lado o purismo que envolve o cancioneiro popular presentes nos dois artistas.

Os fãs insaciáveis cogitam inclusive uma turnê dos artistas por todo o país, da qual eles certamente teriam que ajustar a agenda, mas como disse Renato Teixeira “deixem as coisas correrem no AR” que elas acontecem.

Nota: Fotos | Reprodução.

quarta-feira, 6 de abril de 2016

Tocando em Frente com Almir Sater Renato Teixeira e Sérgio Reis em São Paulo.

Com poucos lugares disponíveis segundo o mapa do site www.ticket360.com.br e ainda falta um mês para o encontro entre Almir Sater, Renato Teixeira e Sérgio Reis. Um show muito esperado e com bastante ansiedade pelos fãs, para o próximo dia 14 de Maio no Espaço das Américas. Ao longo dos anos os artistas se apresentam com concorrida agendas de shows em carreiras separadas, desta vez, conciliaram as datas para promover um encontro inesquecível no palco na mesma noite.  O espetáculo chamado de “Tocando em Frente” pelos três artistas e segundo Renato Teixeira será memorável e pretendem rodar o Brasil com esse show. Cada um deles com banda e cenários próprios revisitam as canções que fizeram história em suas brilhantes trajetórias até os dias atuais.

Renato Teixeira e Sérgio Reis já gravaram CDs e DVD juntos e dispensam maiores comentários. Em 2015 foram agraciados com o Grammy Latino de melhor disco sertanejo com o DVD "Amizade Sincera II". Já com Almir Sater, apesar de parceiros musicais e consagrados sucessos, pela primeira vez gravaram em dezembro passado, através da Universal Music e com produção do norte-americano Eric Silver, o CD “AR” que levam as iniciais deles. O CD muito elogiado pela crítica e fãs se encontra à venda nas Melhores lojas e plataformas digitais. São 10 faixas inéditas e compostas por eles. Sem atrelar a rótulos, eles passeiam por várias vertentes, como Folk e Country – Bluegrass e o Rock anos 70, ao mesmo tempo flerta com o purismo da música rural e poesias bucólicas relacionadas com suas origens. Esses matizes dão um toque especial e diferenciado que os colocam entre os artistas mais respeitados do cenário musical. 

Certamente o Espaço das Américas vivenciará um encontro musical e emocionante dos três artistas na mesma noite, portanto imperdível para todos.

Vídeo de Divulgação
Compreender a marcha e ir #TocandoEmFrente... Renato Teixeira, Almir Sater e Sergio Reis juntos no palco pela primeira vez!14 de maio no Espaço das Américas. Ingressos: bit.ly/1o7h8nyConfirme sua presença: fb.com/events/149551745430223/
Publicado por Renato Teixeira em Segunda, 28 de março de 2016
Serviço:
Data: 14/05/2016 - Sábado.
Cidade: São Paulo/SP
Horas:  Abertura: 20:30 - Início: 22:30
"Tocando em Frente" com Almir Sater, Renato Teixeira e Sérgio Reis.
Local: Espaço das Américas.
Rua Rua Tagipuru, 795 - Barra Funda.
Contato: (11) 2027-0777 .
Mapa:  Como Chegar
Ingresso pelo Site Online : www.ticket360.com.br
Confirme sua presença: fb.com/events/149551745430223/